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quarta-feira, 9 de abril de 2008

E a liberdade de expressão,ó.....



Mais uma vez meu perfil orkut, como o de muitos amigos e amigas, foi deletado, e mais uma vez estou retornando.Infelizmente, vivemos em uma sociedade de contrastes e injustiças, onde o conhecimento permaneceu por milênios como privilégio de um grupo religioso minoritário, porem poderoso, aliciador de impérios e imperadores, de príncipes e principados.Esse grupo era quem ditava as regras, produzia artesanalmente e mantinha sob sua guarda todo o material literário e filosófico, fazia e desfazia reinados, enquanto a plebe emburrecia e sustentava o clero e seus asseclas com a produção. Até hoje, quando oficialmente a igreja esta separada do estado, nenhum governo assume sem antes se ajoelhar e beijar a mão e o anel simbólico de poder da igreja sobre o estado.E não seria diferente em nossa nação tupiniquim.A pátria está de 4, apática, conformista, feliz com "panis et circus"...e a liberdade de expressão existe apenas no papel, "pró-forma"...os falso-moralistas e auto denominados "donos da verdade" ditam as regras de acordo com valores preconceituosos, teocráticos e oligárquicos...pobre sociedade contemporânea...pobres gerações futuras, que terão seu caráter formado em bases tão frágeis, falsas, onde aquilo que se prega não é aquilo que se faz...continuemos com nossa filosofia de vida baseada na realidade daquilo que sentimos e pensamos, e nos ideais nos quais acreditamos...parafraseando uma campanha de marketing, "isso não tem preço".

SeuDonoeSenhor
SDS

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Pensamentos - Sobre a relação D/s









Uma relação D/s (Dominação/submissão) pressupõe algo básico e indispensável para ter sucesso e ser gratificante, cumprindo aquilo que é sua razão de ser (gerar prazer) : a existência de alguém que sinta prazer em dominar e a de alguém que sinta prazer em ser dominado(a) ; e se a relação envolver SM (Sadomasoquismo), a existência de alguém que sinta prazer em causar dor, e de alguém que tenha prazer em sentir dor.Podem parecer definições desnecessárias de tão óbvias, mas não são, ainda existe muita gente que desconhece ou ignora tais conceitos.Se uma das partes não sentir prazer ou se recusar por qualquer motivo a exercer seu papel característico, pode haver qualquer tipo de relação, menos uma relação D/s.
A relação D/s pode sim, e deve, ser muito gratificante e prazerosa, desde que haja harmonia entre os papéis desempenhados pelas pessoas envolvidas, e que haja prazer, felicidade naquilo que se decidiu espontaneamente assumir, que esteja em sintonia com o que se sente.Os papéis são claros: ou se cede poder, ou se recebe poder, o meio termo não tem como existir, a relação sucumbe, já nasce morta.Na relação D/s-SM não existe uma sub que comanda, que decide, isso é balela, incongruência, falência.Uma sub que tenta assumir o comando da relação, direta ou indiretamente, engana-se a si própria, está no lugar errado, agindo de forma errada, perdendo o próprio tempo e fazendo com que outros percam também.Precisa urgentemente rever posições e conceitos com relação ao SM e diante da própria vida.

SeuDonoeSenhor
SDS

domingo, 23 de dezembro de 2007

O credo do Dom/Mestre






1. Acima de tudo Ele estima sua escrava, ciente que o presente que ela lhe dá é o maior e mais precioso presente que um ser humano pode oferecer a outro. Ele é exigente e desfruta das vantagens do poder total cedido a Ele, mas sabe compartilhar do prazer que vem desse presente precioso.

2. Em primeiro lugar, Ele mantém o controle sobre si mesmo para que possa controlar outros. Como um Mestre severo e exigente, pode fazer com que sua escrava chore lágrimas reais. Como o amante completo, beijará então as lágrimas, sem perder com isso o caráter dominador.

3. Em épocas de problemas, um Mestre deixará os papéis desempenhados para trás, para ser um amigo e um companheiro de suporte, nunca se esquecendo de que este é ainda um relacionamento entre dois indivíduos que se importam um com o outro. Ele é sábio ao compreender as diferenças entre a fantasia e a realidade. Nunca pediria que uma escrava o colocasse antes de sua carreira e da família, para satisfazer apenas a seu próprio prazer.

4. Para ganhar a mente, o corpo, o espírito, a alma, e o amor de sua escrava, sabe que deve primeiramente ganhar sua confiança. Ele revelará o humor, a bondade e o calor da escrava. Deve sempre mostrar que suas orientações e instruções têm credibilidade e merecem sua atenção, que esse é um homem com quem ela pode aprender, e confiar no que lhe é ensinado.

5. É romântico o bastante para ser protetor e cavalheiro. Quando convidado, lutará pela honra da sua escrava. Prova que é alguém em quem ela pode se apoiar, e depender.

6. Quando chega a hora de ensinar à sua escrava lições de obediência, é um professor forte e inflexível. Não aceitará nenhuma falha, nada mais, nada menos do que a perfeição de sua estudante. Nunca usa a disciplina sem uma boa razão. Quando o faz, é sempre com mão conhecedora e cuidadosa.

7. Está sempre aberto à comunicação e a discussão, sempre pronto para ouvi-la no que quer e necessita. É paciente, dedicando tempo para descobrir os limites da escrava. Nunca tem que exigir comportamento ritual por parte dela.As respostas que ela dá estão além do querer satisfazê-lo. A conformidade vem do querer satisfazer, não do medo de punição. Compreende a natureza frágil da mente e do corpo e nunca viola a confiança depositada nele.

8. É seguro o bastante para rir de si mesmo e dos absurdos da vida. Tem a mente aberta o suficiente para aprender coisas novas. É forte o bastante para crescer. Suas ferramentas são mente, corpo, espírito, alma, e amor. Compreende que cada parceiro ganha mais ao proporcionar prazer ao outro. E ambos sabem que o amor e a confiança são as únicas amarras que prendem verdadeiramente.

O credo da submissa





1. Eu comunicarei com total honestidade as minhas necessidades, desejos, limites, e experiência. Eu entendo que se não fizer isso, impedirei não somente que meu Top e eu tenhamos a melhor experiência possível, mas posso também conduzir a danos físicos e emocionais.

2. Eu não tentarei manipular meu Top.Eu não tentarei fazer com que uma cena seja da maneira que eu acho que deve ser. Ou seja, eu não tentarei “comandar” sendo submissa. Entendo que isso seria tentativa de manipulação.

3. Eu manterei minha mente aberta para fazer coisas com as quais eu não me sinta confortável e também para expandir meus limites. Eu continuarei a crescer como submissa e como ser humano.

4. Eu procurarei descobrir o que agrada meu Top, e me esforçarei sempre para satisfazer suas vontades e desejos.

5. Eu não permitirei ser prejudicada ou abusada. Eu sei que uma submissa não se iguala a um capacho.

6. Eu serei cortês e atenciosa com minhas companheiras submissas. Eu compartilharei humildemente meu conhecimento e experiência com as outras na esperança que aprenderão e se beneficiarão de tudo que aprendi. Eu avaliarei o momento de ajudar às iniciantes a começar na cena do modo mais correto.

7. Eu serei compreensiva com meu Top. Eu não tentarei esconder o que minha mente e corpo estão sentindo de modo que eu possa lhe ajudar em suas responsabilidades como minha Autoridade. Eu sei que Dominadores não são telepatas, e não esperarei meu Top adivinhar os pensamentos e os sentimentos que eu não compartilhar com Ele.

8. Eu aceitarei a minha responsabilidade se uma cena ou o relacionamento tiver problemas. Eu não colocarei a culpa total em meu Top quando o fato não se justificar simplesmente porque Ele é o Dominador. Eu entendo que as coisas ás vezes podem não caminhar como deveriam, e eu farei o melhor de mim para superar os obstáculos.

9. Eu darei o presente de minha submissão somente àquele que puder responsavelmente aceitar e desejar recebê-lo. Eu não colocarei qualquer um na posição de comando sobre mim de forma não consensual, nem darei meu respeito a alguém que não o tenha conquistado.

10. Eu sei que a relação D/s não é uma competição, e nunca me acharei uma submissa "melhor" porque eu escolhi me submeter em um nível diferente do que outra. Eu não me vangloriarei nem serei jactanciosa das experiências que eu tive como sub/escrava.

11. Eu serei obediente ao meu superior mesmo que discorde do que está pedindo. Eu sei que Ele tem meus melhores interesses no coração e sabe melhor do que eu o que necessito em todas as situações.

12. Eu sei que minhas ações refletem direta ou indiretamente sobre meu Top, e farei sempre o melhor para ajudar que os outros o vejam de uma maneira positiva. Eu, intencionalmente, não causarei embaraço nem desagradarei meu Dominador.

13. Acima de tudo, eu portarei meu título de submissa com honra. Eu nunca farei com que outros pensem que ser submissa signifique ser fraca ou sub-humana. Eu terei orgulho em quem e em que eu sou e nunca me mostrarei de maneira negativa.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Spam on orkut I

Due to the popularity and open nature of orkut.com, we realize that some users may receive unwanted messages in their accounts. We've also received reports of unscrupulous businesses sending hoax messages with forged orkut.com return addresses. Please be assured that we're constantly striving to eliminate spam and unsolicited messages, both on and off of orkut.com.

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Removals policy
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Spam on Orkut

Say no to hoax messages!

Nadine Sequeira

We hate hoax emails! For example: have you received a message that claims Diana, the director of Orkut, has asked you to forward the message to your friends so we don’t shut down your account due to an overload? Or that orkut is going to start charging for accounts unless you appear to be an active user by forwarding the message? Or maybe you have received an email from someone claiming to be Google and asking for money? Do you think it's weird but still send it to all your friends ‘just in case’?


These messages are spam: bulk messages sent from malicious users trying to trick you into doing what they like! And you can rest easy because
we don’t shut down random accounts due to overload, and orkut is a free service and will remain so! And of course we would never send you messages and ask you to forward them. A lot of variations of these sorts of messages have been making their rounds on orkut for a long time now, and we'd like to put an end to it. So, if you ever get a message that seems questionable, instead of sending it to your friends list, report it in the orkut Help group or follow these important steps in the help center. Just say no to spam!

domingo, 25 de novembro de 2007

A coleira de consideração




Encoleiramento é o termo usado geralmente pelos membros da comunidade BDSM para descrever o começo de um relacionamento entre um Dominador e uma submissa. Possui o mesmo tipo de peso que uma aliança de casamento e denota a mesma profundidade de compromisso. Em épocas recentes (desde o advento da Internet) nós vimos a transformação deste ritual em algo ocasional e transiente. Este ataque às tradições que vêm de longa data deve ser ativamente combatido, educando àqueles que se incorporam ao nosso estilo de vida. Primeiramente eu quero indicar claramente que em minha opinião, o verdadeiro encoleiramento deve ser feito somente na vida real, entre pessoas vivas, com cerimônia, ritual e comemoração. Ninguém se torna casado pela internet ou pelo telefone e, da mesma forma, ninguém é encoleirado pela internet ou pelo telefone. A primeira coleira oferecida é chamada ' coleira de consideração '. Esta identificação vem da antiga comunidade do couro (Old Guard Leather community), a mesma responsável pelo código São, Seguro e Consensual. Esta coleira é dada tradicionalmente bem no começo de um potencial relacionamento. Há muitas variações em como uma coleira pode ser representada na realidade. Pode ser por um bracelete ou pulseira, por um cinto de corrente, por uma tornozeleira ou por outro tipo de escolha. Isto é determinado, às vezes, pela situação característica da submissa, tal como as exigências de trabalho etc. É ditado às vezes pelo gosto pessoal do dominador. A representação tradicional ou habitual ' da coleira de consideração ' é uma coleira de couro em algum tom de azul. O tom real da cor não é tão importante quanto a própria cor. O dominador oferecendo esta coleira à submissa, está expressando interesse em um potencial relacionamento com essa submissa além da escala de um conhecimento ocasional ou mesmo do relacionamento entre um Top e um bottom. Este colar é oferecido seriamente e com intenção clara e definida. A aceitação da coleira do dominador pela submissa é igualmente séria em sua compreensão de que seu relacionamento mudou para um estágio diferente. A existência da coleira de consideração indica a outros dominadores e submissas que o Dominador e a submissa estão dando forma a um potencial relacionamento sério. Sua existência representa abertamente aos outros dominadores que esta submissa é “zona proibida” por toda a duração do período de “consideração” e que um dominador honrado não deve perseguir ou tentar contato com esta submissa de maneira nenhuma. Compreende-se que os relacionamentos novos são frágeis e vulneráveis para ambas as partes envolvidas. O respeito nos relacionamentos novos é mostrado aderindo à presença das coleiras e de seus significados subjacentes. ' A coleira de consideração ' não indica um compromisso definitivo entre o Dominador e a submissa, mas pode ser comparado a um anel de compromisso. Se o Dominador ou a submissa decide, depois de um período de tempo, que o relacionamento não é o que desejava, então pode polidamente retirar ou devolver, respectivamente, a coleira sem nenhum constrangimento de um ou outro lado. Se uma submissa for “desencoleirada”, então é considerado importante que a coleira seja removida fisicamente e colocada pessoalmente nas mãos do Dominador. Se várias tentativas de devolver pessoalmente forem feitas em vão, então, e somente então, a submissa reterá a coleira. Em outras palavras, a coleira é propriedade do Dominador. Deve ser comprada, adquirida ou feita pelo Dominador, para o Dominador. Com o término do relacionamento, deve ser retornada ao proprietário legítimo. Os objetos dados como presentes para a submissa devem claramente ser definidos como transformados em propriedade das submissas e não se esperar que sejam devolvidos no final do relacionamento. Não devolver a coleira é considerado extremamente desrespeitoso. Um dominador se aproximar ativamente de uma submissa encoleirada é considerado uma extrema ruptura do protocolo e deve-se notar que tal ação pode ter um sério impacto negativo na reputação da vida real desse dominador. Devem ser dados, pelas tradições de nossa comunidade, a mesma honra, dignidade e respeito. Aqueles que costumam diminuir ou desvalorizar o que é precioso para nós devem estar cientes que tal diminuição o identifica como sendo externo a nossa comunidade ou um parasita dentro dela. Se você for um desses, então talvez você deva retornar a seu mundo pesaroso onde a honra é inexistente, a honestidade impossível de encontrar e a confiança, apenas uma palavra no dicionário.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

O sentido da submissão




Antes de tudo, quem estiver livre de pecado, que atire a primeira pedra. Este não é um tema fácil, de forma alguma.
Afinal, qual submissa (o) nunca sentiu alguma vez uma sensação de abandono, ou de falta de atenção, ao ver que seu Dono não lhe dispensava tempo suficiente, ou o tempo que ela achava que merecia?Comigo ocorreu a mesma coisa, porém no início,quando eu pensava entender muitas coisas, mas na realidade, hoje reconheço que não entendia absolutamente nada, apenas pensava entender, e via o Dono como meu, e não eu como uma propriedade para uso e deleite DELE.
Às vezes necessitamos parar para rever conceitos que antes achávamos certos, porém, com o passar do tempo, vão se anulando e passamos a perceber e ver as coisas de formas e maneiras diversificadas, afinal mereço sim atenção, mas, preciso verificar antes se estou fazendo por merecer essa atenção, que eu tanto desdenho.Às vezes, precisamos ver as coisas além do nosso ponto de vista particular e passar a pensar como a outra pessoa.E, com isso, passamos a perceber que não somos nós que possuímos o controle, que nós mesmas passamos esse controle para aquele que escolhemos como Dono de nós, aquele a quem nós mesmas lhe entregamos de livre e espontânea vontade os direitos sobre nós, sobre nossas escolhas, nossas vontades, a partir desse momento, passam a ser as vontades daquele que nos possui e isso jamais nos torna robôs, sem vontades, sem vida própria, e sim uma posse, uma propriedade de alguém que sempre vai ver e decidir o melhor para nós mesmas, eles têm o poder da escolha, e nós as acatamos pelo simples fato de que eles decidiram e antes de tomarem tal decisão, já pensaram em tudo, nos prós e nos contras da mesma decisão.Podemos interagir sem jamais contrariar uma ordem frontalmente, expondo o nosso ponto de vista apenas no momento em que nos for permitido, sempre cientes e tendo em mente que a decisão final será daquele que nos possui e cuida de nós.
Acabamos aprendendo isso através de muita meditação, castigos, lágrimas, aprendemos que uma submissa se mede não pela forma que ela aguenta, por exemplo, a dor, porque o masoquismo pode ser moldado, mas sim, pela forma que ela esta disposta a expandir seus limites, ir além dela mesma para dar mais prazer ao Dono, na medida em que ela aprende a deixar o orgulho de lado, é aprender a ser como o Dono deseja e espera que ela seja, uma submissa completa, uma mulher inteligente que,mesmo tendo senso crítico, se submeta com prazer às vontades do Dono.
Além disso, uma submissa que exige demais acaba ganhando nada mais que o silencio do Dono, o desprezo, ou seja, o pior de todos os castigos que ela poderia ter, uma submissa tem que ser flexível, estar sempre disposta a satisfazer as vontades do Dono, estar sempre esperando seu chamado e aguardando ansiosamente por isso, ai sim começa a desabrochar a submissa verdadeira e fiel, dedicada, obediente e que ama ser uma posse, um objeto, uma cadela, uma libertina, porém, apenas de UM.
Uma posse conquistada, amada sim, e muito querida, porém um simples objeto de prazer, dedicação plena e real, além de um simples prazer, porque possuir o corpo qualquer um possui, porém a submissa escondida no fundo da alma, são para poucos e isso se conquista com o dia a dia, com conversas, com desejos,vontade de vir a se entregar a alguém realmente,de pertencer, é algo mais forte que nós mesmas,é a real e verdadeira entrega.
É a entrega da alma, você esta entregando aquilo de mais valioso e intimo que possui, sua submissão, sua admiração, seu respeito, seus desejos, suas vontades e seu medo, porque a confiança é plena e sabe que jamais aquele que te possui viria a te machucar.

by uma submissa (traduzido por mim do espanhol)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Para ser minha sub/escrava






O BDSM é parte vital e indispensável de minha vida.Por isso, faço questão de vivê-lo e praticá-lo com seriedade, ética e respeito ao SSC e a regras de convivência.

Não tolero: falsidade, mentira, dissimulação, fofoca, enfrentamento, falta de ética, desrespeito, infantilidade, traição, contestação gratuita.


Exijo: obediência, dedicação, humildade, sinceridade, fidelidade, vontade de aprender e evoluir, prazer em servir, amor e orgulho pela submissão e entrega, compromisso com a verdade.



A submissão é um ato sublime e a mulher que reconhece e assume essa condição, digna de respeito e admiração.Mas há a contrapartida: existem atos e atitudes que são incompatíveis com a verdadeira submissão, portanto, inadmissíveis na verdadeira submissa.Esse conceito pode variar de dominador para dominador, mas eu tenho posições bem definidas quanto a esse assunto, e aceita aquela que desejar e sentir que coaduna com seu pensamento e meta de uma relação D/s. Saibam que a submissão não é uma estrada cor de rosa, pontilhada só de alegrias e repleta apenas de prazeres.Há que se abrir mão de muitas coisas, mudar conceitos, adaptar e desenvolver novos comportamentos.Mas uma coisa é certa: um relacionamento D/s bem estruturado, com regras claras e baseado no respeito e na ética, é extremamente gratificante e prazeroso para ambas as partes, e essa é a essência do BDSM.

SeuDonoeSenhor

SDS

domingo, 4 de novembro de 2007

Verdades(s)

Não penses
que enganas
quando sorris
que trais
quando não olhas
que mentes
ao falar
que magoas
quando ignoras
que comoves
quando choras

A verdade é mais forte que tu
Não penses em nada



by betty

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Etiqueta pública para submissas

Teoria do serviço submisso

O princípio básico do serviço submisso em um ambiente público pode ser resumido em uma palavra: Atenção. Seu comportamento deve refletir sua atenção às necessidades e aos desejos do dominador o tempo todo. Seu papel é servir de acordo com essas necessidades e desejos.Seu dominador está preste a acender um cigarro? O copo de café do dominador está vazio ou o café esfriou? ele necessita de uma cadeira para sentar-se? Seu dominador tem necessidades especiais (desafios físicos, limitações dietéticas)? É seu trabalho assegurar-se de que o dominador esteja bem servido, confortável, fazendo tudo o que for preciso para tornar a vida dele mais fácil. Similarmente, é sua tarefa alegre demonstrar, com suas atitude e comportamento, que as necessidades do dominador vêm sempre em primeiro lugar. Sua habilidade de servir com devoção ao seu dominador é um padrão pelo qual outros julgarão a você e a Ele. Não somente sua atenção satisfará seu dominador, mas impressionará também àqueles que vocês encontram com ambas as coisas, com o poder de seu dominador sobre você,e com sua submissão. Ou seja, você será uma submissa de quem o dominador se orgulha de possuir e a quem outros acreditarão que vale a pena a posse. Algumas submissas confundem sua habilidade de receber e suportar uma surra pesada como prova de sua devoção. Certamente, pode ser um tipo altamente erótico de serviço para seu dominador o de resistir à dor pesada, mas, e sobre todos aqueles momentos em que seu dominador "não o está fazendo"? Você é tão boa escrava para ele durante os momentos tranqüilos quanto você é quando seu dominador está lhe proporcionando o que você deseja? As seguintes linhas de conduta ajudar-lhe-ão fazer saber ao seu dominador e a outros que o seu desejo de servir é sincero.


Regras de Etiqueta Pública SM


Chame um dominador pelo título escolhido por ele (por exemplo, mestre, senhor, etc..) Se você não souber qual é, PERGUNTE.

Não esbarre em um dominador, não fique demasiado perto dele, nem ofereça sua mão para cumprimentá-lo. Espere polidamente até que o dominador a cumprimente ou inicie um aperto de mão.

Você não necessita agir como um rato, mas é respeitoso abaixar periodicamente seus olhos em deferência ao dominador.

A única pessoa que tem o direito de lhe dar ordens é alguém a quem você cedeu consensualmente o controle. Se tal pessoa der uma ordem, a resposta apropriada é, "sim, senhor”.


Quando uma ordem é dada, faça o possível para cumpri-la imediatamente.

Se a ordem implicar em um limite, use sua palavra de segurança (se você tem uma), ou diga ao dominador que você está tendo um problema e necessita lhe falar.

Se um outro dominador tentar requisitá-la ou lhe dar ordens, a resposta apropriada é, "eu não tenho autorização para isso".

Qualquer um que tente pressioná-la a fazer algum serviço ou obedecer alguma ordem, e diz que isso é esperado de todas as submissas, deve ser evitado e ignorado.

Regra básica: se alguém for rude com você, você não tem nenhuma obrigação de ser polida com ele, mesmo que seja um dominador. Certamente ele não é uma boa pessoa.

Abra as portas para o dominador e espere até que ele passe completamente antes de segui-lo.


Tenha um isqueiro ou os fósforos acessíveis assim você pode acender um cigarro ou um charuto para o dominador.


Se o dominador fumar, esvazie discretamente o cinzeiro com certa freqüência.


Ofereça-se para buscar uma bebida para o seu dominador.

Mantenha um olho no copo da bebida do dominador e começar um encha-o sempre que estiver vazio.

Se ofereça para carregar casaco ou paletó para o dominador, bolsa ou pasta de equipamento, ou qualquer outro objeto incomodo.


Ao estar próxima do seu dominador, certifique-se de se manter atrás de seu cotovelo, de modo que o dominador esteja ligeiramente a sua frente. (nota: alguns dominadores podem requerer que você se ajoelhe na sua presença).


Não suponha que você pode pegar uma cadeira ao lado do seu dominador, a menos que ele já tenha discutido isso com você. Espere até que seu dominador lhe diga onde se sentar. Se o dominador não lhe der nenhuma instrução, pergunte polidamente onde ele quer que você fique.

Evite fazer pedidos com frases tais como "eu quero" ou "eu preciso”. Em vez disso, peça o privilégio começando com: "eu posso, por favor" ou "Mestre, posso ter a permissão...".


Se você estiver em um clube ou em uma festa, nunca permaneça afastada do seu dominador ou dê a impressão que você preferiria estar em outro local, mas sim, ao lado dele. Se algo excitante estiver acontecendo e você está morrendo de vontade de prestar atenção, ou se você vir pessoas às quais conhece, peça permissão para ir.


Não importa quanto atrativo um outro dominador pode ser, quando você está na companhia do seu dominador, controle a si própria e não flerte nem expresse de outra maneira interesse desobediente e desagradável em alguma outra pessoa. Mesmo se você não é ainda encoleirada ou possuída formalmente, se você desejar se tornar posse, reduzirá significativamente suas possibilidades agindo dessa forma.


Lembre-se sempre de dizer "obrigado" para cada privilégio que seu dominador lhe conceder. Por exemplo, se você receber permissão para fazer algo, não saia correndo como um animal recém libertado de uma gaiola. Dá a outros a impressão de que você não agüentava mais esperar para sair do lado de seu dominador.


Não discuta em público com seu dominador. Se você estiver verdadeiramente preocupada com algo que não pode esperar até que vocês cheguem em casa, peça a seu dominador permissão para discuti-la confidencialmente e fora do alcance da multidão.

traduzido do livro de Glória G Brame "Come Hither" (Buy the book)

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Um Egoísmo Altruísta...







“Nem sempre é fácil... Quase nunca é fácil uma qualquer espécie de libertação, de exorcismo de uma qualquer coisa... Raramente é inócua a idéia de não ter um preço, qualquer que seja o motivo do ritual de liberdade... Geralmente é inconsciente e inocente, sem deixar marcas! Contigo voltou a ultrapassar tudo isso! Habituas-me a gostar de ser levada ao limite com o mesmo à-vontade com que me passeio à beira-mar numa tarde de Inverno. Sem destino e sem saber porque estou ali, mas certa que tenho de estar, desejando que não chova muito, mas que alguns pingos salpiquem a massa verde de água viva. Uma passeata aparentemente inconseqüente, mas que me dá animo e força de continuar a saber até onde a estrada vai. Desta vez voltou a ser assim... De novo um quarto de hotel. Novamente uma excitação com cheiro, no ar. Mais uma vez uma incerteza que coroava as causas... O desconhecido e o incerto – uma combinação explosiva. E assim foi sendo, entre os meus gemidos e os teus sorrisos. Eu a ser manuseada, explorada, humilhada, torturada numa espiral de desejos e vontades de um Dom que quer sempre mais. Ele a dedicar-se a ser a borboleta da teoria do Caos, a mudar a minha vida, a dar-lhe o picante que quebra a rotina monótona dos dias insípidos... A tornar-me noutra pessoa! Amarrou-me, falou-me ao ouvido a chamar-me puta e submissa, tocou-me onde lhe apeteceu, e sempre a fazer-me querer mais. Qualquer coisa muito perto de um milagre, num mundo de raciocínio, lógica e bom-senso... Pôs-me uma canga às costas, amarrou-me os pulsos e o pescoço a ela, deitou-me de barriga para cima na cama e atou-me as pernas muito abertas aos pés da cama. “Neste momento o teu corpo é meu!”
Uma verdade mais num momento de intensidade – uma inexpugnável realidade que me fez tremer por dentro, pertencer, ser a coisa dele.... Antes me tinha castigado – não lhe pedi autorização para me vir, prisioneira de uma excitação providencial por ele provocada. Aplicou-me uma pena pesada – vinte e cinco chibatadas! Mas o pior foi mandar-me contá-las de viva voz, lentamente, em cadência.... Péssimo foi agradecê-las... Terrível foi implorar a próxima e a outra e a outra, de pé, dobrada sobre mim, a oferecer-lhe o traseiro que ficava avermelhado de calor e de dor. Prazerosamente, sentia-lhe a satisfação em cada vergastada aplicada com zelo, com método, com vontade... É esse o momento da verdade – quando sentimos que damos prazer a quem nos tenta dar prazer. Um egoísmo altruísta, se isso existe! E as horas passaram sem se mostrarem, e os limites cediam a duas vontades expressas e tudo é normal porque há o acordo das partes e o objetivo de uma libertação anunciada. Mas nem sempre é assim. Comigo nem sempre foi assim! A entrega não é a da pele ou dos sentidos, a entrega é da vontade, em nome de uma verdade maior, mais vasta, mais enorme e gigantesca, uma onda. Depois o orgasmo vem de mansinho e coroa a realidade presencial, bate palmas ao prazer que sempre lá esteve, mas não tinha formas por onde se libertar! No fim, o cansaço e o fechar das cortinas e o descobrir de outra realidade, mais contida, mais limitada, mais socialmente correta. Ficaram os momentos, as horas, os olhos cheios de espanto e o prazer tatuado em vergões. E o desejo de voltar a ser livre... Um palpitar de energia que se chama prazer!”


ml Uma submissa realizada

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Dominação e submissão





(...)“Dominação e submissão, ou D/s, ou D&s, é a base subliminar de todos os jogos que fazemos. Quer as nossas atividades incluam role-play, bondage, disciplina, humilhação, chicoteamento ou seja o que for, os nossos jogos de BDSM implicam sempre uma pessoa controlando a outra. Normalmente adquire a forma de controle sexual, embora o sexo não tenha forçosamente que fazer parte dos nossos cenários. D/s é uma troca de poder entre parceiros, uma pessoa a submeter-se à vontade da outra. O apelo para o submisso é a liberdade de “se deixar levar”. Todas as pessoas se defrontam com impedimentos e bloqueios quando experimentam prazer. Para uma submissa, a maior parte desses obstáculos desaparece ao dar ao seu dominador o poder de controlar o que se passa em determinado cenário. O seu objetivo estreita-se e a submissa deixa de estar sozinha num universo hostil - a submissa sente-se ligada ao seu dominador. Não tem de se descobrir sozinha, ou preocupar-se com uma boa performance, ou sentir-se competindo. O seu dominador está no controle da situação – tudo será como ele quer que seja. A submissa não é responsável por nada mais além de fazer o que lhe é ordenado. É livre para se deixar levar até onde o seu Mestre, a sua mente e o seu corpo a levarem. A sua moral deixa de ser um obstáculo,está sob a influência da moral do seu dominador. As suas inibições desaparecem e descobre novos caminhos em si quanto a experimentar o prazer. Para ser capaz de “se deixar levar” completamente terá de confiar cegamente no seu Senhor. Ganhar essa confiança é um dos benefícios da relação D/s. Ser capaz de confiar tão completamente é um maravilhoso dom...”


“Screw The Roses, Send Me the Thorns – The Romance and Sexual Sorcery of Sadomasochism” Philip Miller / Molly Devon (1995) (Compre o livro)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

domingo, 21 de outubro de 2007

O sentimento de posse nas submissas

Pra começo de conversa: “quem estiver livre de pecado, que atire a primeira pedra. Este não é, absolutamente”, um tema fácil de ser tratado. Qual submissa já não sentiu alguma vez uma sensação de abandono, ou de falta de atenção, ao pensar que o Dono não lhe dispensava tanto tempo quanto ela desejava? Isso aconteceu comigo, mas foi no início, quando eu não entendia nada, quando eu acreditava que o Dono era “meu”.

Às vezes confundimos as coisas. Pensamos que ter um Dono é ter direitos sobre ele, sobre sua vida, que, se não somos o centro de sua atenção é porque não nos quer, que não merece nossa entrega, que é injusto e então ficamos com raiva, e fazemos coisas impulsivamente e nos precipitamos em discussões que prejudicam a relação, e que, ás vezes, pode abrir precedentes.

É com muito esforço, lágrimas, horas de meditação, castigos, que se aprende que uma boa submissa não se avalia pelo fato dela agüentar duas, dez ou cem chicotadas, por gostar dessa ou daquela prática. Ela é avaliada por seu “saber se comportar”. Isso é infinitamente mais difícil, porque não implica agüentar a dor, mas polir o orgulho, saber e assumir o lugar que nos cabe no jogo, na relação. Estamos falando de submissão, não de simples masoquismo. Submissão significa acatar e obedecer o que te ordenam, é fazer o que te pedem.

Sei que muitas vezes uma submissa duvida. Pensa que o Dono não gosta dela. Fica com raiva ao ver que ele tem sua vida, conversa com outras submissas, passa o tempo fazendo o que bem entende, seja lendo, descansando ou vendo televisão. Esta não é uma relação convencional. O Dono nunca se “entregou” dessa maneira à submissa, a “entrega” do Dono é outra, é educá-la, adestrá-la, promover seu crescimento, ser duro com ela, mesmo que ás vezes lhe doa na alma.

Para uma submissa que exige atenção o tempo todo, o Dono lhe reserva o pior de todos os castigos: o silencio. Esse silencio no qual você se retorce porque não pode xingá-lo, porque não pode falar com ele, porque não pode lhe pedir perdão e dizer que será boa, que se comportará a partir de agora. O bom do longo silencio é que faz com você medite. Faz com que você pense e reavalie seus atos, que os amadureça. Dói também a ele, um Dono também de desfrutar de sua sub/escrava, mas nunca deve permitir que ela confunda os termos. É difícil para ambos, mas serve para fortalecer a relação. Para que a comunicação depois desse período de isolamento seja mais tranquila, mais centrada, mais receptiva.

Muitos Donos almejam uma “entrega de alma”. Um corpo para açoitar, isso é fácil de se conseguir. Mas uma alma que se rebela, que luta porque se vê quase presa, isso os fascina, e não a querem perder. Senão, por que esse Dono lhe dá uma segunda, uma terceira oportunidade? Porque sabe que é normal. Que não é tão fácil aceitar tudo, principalmente o mais difícil: o orgulho ferido. De qualquer forma, se o erro se repete reiteradas vezes, é sinal de que não existe muita predisposição para essa entrega. Por isso ele testa. Testa a paciência da escrava, essa outra grande virtude. Paciência e confiança. Acreditando-se nessas duas coisas, já se terá ganhado muito terreno.

E outra coisa importante: o ciúme. Por acaso temos direitos sobre o Dono? Devemos “proibir-lhe” que fale com outras submissas ou com outras mulheres, inclusive com outras submissas de sua propriedade? Quem somos nós para decidir isso? Está na natureza do homem o desejo de falar com outras mulheres. Não podemos argumentar teses feministas de fidelidade em uma relação D/s, nem tampouco tachar de machistas as submissas que a praticam. Eu nunca me considerei machista, pelo contrário, mas sei que nesse tipo de relação, as regras são diferentes. Eu me submeto, porque eu permito, eu cumpro ordens, porque eu permito. Sou livre para ir embora caso eu queira, ninguém me obrigou a isso, sabia das regras. Por isso não devemos misturar dois tipos diferentes de vida. O fato de eu aceitar certas coisas que lá fora podem surpreender e chocar, não faz de mim uma estúpida, eu tenho prazer com isso, portanto, faço por vontade própria.

Mas bem, devemos lembrar que cada submissa tem características distintas para o Dono, caso haja mais de uma. E mais, as disputas entre elas não são problemas do Dono, mas sim delas mesmas, já que se supõe que sejam maduras para entender-se.Os Donos e os homens em geral detestam disputas entre mulheres. Ao invés de chorar e se queixar, é melhor tomar uma atitude, sacar suas “armas”, e “seduzir” o Dono para que a use nesse dia, e não a outra. Não se pode jogar a toalha. O Dono te escolheu por algum motivo, pois use-o, seja você mesma, não se abandone, não se auto-destrua, já que não ganhará nada se fazendo de coitada, muito pelo contrário, você acabará sendo a antítese de si mesma. Os Donos desejam que nos cuidemos, que nos amemos, que estejamos dispostas e felizes e sejamos nós mesmas.

E bem, sei que não é fácil. Uma coisa é escrever, pensar, mas trazer para a prática requer sofrimento, cair e levantar-se, ponderar as coisas. Mas esse caminho não é fácil. E das adversidades alguém pode renascer e superar-se, e assim que escolhamos a ultima opção, se levantar e continuar o caminho.

Um abraço a todas as submissas e escravas, e não percamos a esperança, não nos rendamos.

(de uma submissa)

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Humildade

Humilde:

De personalidade simples, não arrogante, não orgulhosa, que expressa ou oferece um espírito de deferência (respeito, aceitação, acatamento), de respeito ou de submissão; despretensiosa; que não apresenta sinais de orgulho, de agressividade.

Como é simples a palavra, verdadeiramente profundo é o presente da humildade. O ato de humildade, o fato de apresentar-se assim ao mundo é talvez, uma das coisas mais difíceis de se fazer, de se aceitar. No reino do D/s, estes preceitos tornam-se mesmo muito significativos. Há muitos que vêem somente os aspectos sexuais de uma relação D/s, mas isso não corresponde à verdade dentro dessa realidade. O Dominador e a submissa são uma equipe. Sua união é uma verdadeira parceria. Uma escolha de não-conflito entre indivíduos bem sucedidos. Alcançam esse objetivo com decisões ativas durante cada dia. Na sociedade de hoje, há uma ênfase forte na individualidade e na independência. O dinheiro transforma-se no objetivo, o indicador de sucesso. O que não há aqui é o que todos os seres humanos anseiam: um companheiro, um sócio verdadeiro. Se o homem e a mulher forem intransigentes e agressivos apontam lâminas uns contra os outros. Às vezes um Dominador determina que uma submissa aprenda a ter humildade. Geralmente isto ocorre quando a submissa demonstra atos continuados de orgulho, de auto-envolvimento, de desrespeito e de uma percepção tão elevada de si mesmas a um ponto em que suas ações desagradam ao Dominador e a outras pessoas que a rodeiam. A humildade é um presente que a submissa oferece ao seu Dominador, uma escolha para ceder a ele. O papel da submissa não é ter uma existência passiva de alguém de status diminuído, muito pelo contrário. Deve ser o presente de sustentação, para alegremente ajudar e engrandecer o seu Dominador, o aço na estrutura da relação. O Dominador, de sua parte, estima a força suave da submissa, compreende a dificuldade que ela tem para não responder com orgulho e agressividade, ele compreende que é muito mais difícil se ajoelhar do que ficar em pé, dar do que receber. Para ajudá-la, deve instruí-la sobre como ser humilde e graciosa, repassando a ela os conceitos esquecidos. Isto pode parecer em discordância com a sociedade atual, talvez sim. Contudo, se perguntarmos a uma submissa, ela dirá que não se sente diminuída oferecendo o presente de si mesma, de sua submissão a um Dominador digno. Há uma arte verdadeira em misturar a dualidade do ser a um estar glorioso. Em um sentido muito simples, um relacionamento não pode florescer se ambas as pessoas forem líderes. Se te pedirem para aprender a ser humilde, você deve olhar suas ações do ponto de vista dos outros. Você deve perguntar-se: "eu penso em mim mesma com ares de superioridade e imponho minha opinião aos outros? Eu sou demasiadamente orgulhosa, arrogante? Eu voluntariamente cedo para outros? Eu sou respeitosa? Eu sou muito agressiva, muito intransigente? Eu sou pretensiosa? É possível que seu Dominador acredite que um ou mais destes parâmetros sejam verdadeiros, que percebe a área que necessita sua atenção. Se ele pedisse a você para analisar isso internamente, para refletir, como você agiria? Seria agressiva e respondona? Apontaria os dedos da ofensa para outros oferecendo justificativas vazias para suas ações? Ou você atingiu e compreendeu essa serenidade tranquila que é a submissa verdadeira, você olhou dentro do espelho de seu coração e admitiu a verdade daquilo que seu Dominador viu? Você ajoelhou-se com humildade e arrependimento diante da natureza orgulhosa de suas respostas? Você implorou o perdão e agradeceu-o por seu interesse em você?

SeuDonoeSenhor

SDS

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Pensamento

Muitas submissas tratam a servidão como a prima pobre dos seus desejos encolhidos na medida da sua própria falta de fervor.
Então quando tudo vira silencio e assusta as "alices" por retumbar no vazio elas dizem: "eu não brinco mais "

by yar anjo - na comunidade Gor São Paulo do Orkut

Pensamento

"Nós sempre destruímos aquilo que mais amamos em campo aberto, ou numa emboscada;
alguns com a leveza do carinho
outros com a dureza da palavra;
os covardes destroem com um beijo,
os valentes, destroem com a espada".

(anônimo)

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Público X Privado


A mistura do corpo público com privado resulta na tal invasão de privacidade que talvez não seja uma situação apreciada por todos. E tal invasão, dentro de meu ponto de vista, não acontece só com celebridades mas com qql pessoa que fale tudo de sua vida para quem quiser ouvir.
Então, se contamos as dificuldades financeiras (corpo privado) na mesa do bar para amigos e desconhecidos, receberemos talvez solidariedade mas, sobretudo críticas qto a vida que levamos ou constantes avaliações acerca de como gastamos nosso dinheiro e, em determinado momento isso nos incomodará; todavia, é mera conseqüência de termos falado o que não devíamos para quem não pediu para ouvir. Isso não significa q não se possa falar do assunto, apenas devemos fazê-lo com pessoas absolutamente próximas q vão, talvez, sugerir algo ou simplesmente nos ouvir. E somente voltarão ao assunto qdo considerarem pertinente além de serem discretos e não anunciarem na Rádio Tamanco o ocorrido.
Da mesma forma ocorre com as escolhas sexuais. Qdo eu sento na mesma mesa do bar e conto detalhes ou superficialidades acerca do que gosto ou não sexualmente, serei alvo de comentários e julgamentos que podem me incomodar devido ao tom malicioso ou pejorativo de pessoas que não compreendem algumas preferências. Exposição, para mim, tola e desnecessária, até pq, como já disse algumas vzs, não levanto e jamais levantarei bandeiras a favor de qql prática, pq mudo de idéia, aliás, costumo aperfeiçoar minhas concepções, e levantar bandeiras pressupõe, além da mistura entre corpo público e privado (o que me desagrada profundamente) uma imagem perante adeptos e não adeptos quase imutável e centrada exclusivamente em algo que faz parte de meu corpo privado. Tudo mais que compõe minha personalidade e meu comportamento passam a segundo plano pq o interesse é: o que ela faz na cama é certo ou errado? É são ou insano? Mas ela é normal ou louca? Obviamente que, neste caso também, eu posso sentar e conversar com pessoas que apreciam mesmas práticas que eu MAS que não queiram contar pra todo mundo e tampouco querem levantar bandeiras ou serem defensores do bdsm, do baunilha, morango, chocolate ou melancia com leite. (Hum, essas pessoas são raras de serem encontradas)
Há quem sinta-se a vontade com tal mistura de corpos público e privado. Eu não me sinto a vontade e tampouco quero misturá-los.
Td isso pra dizer que comecei 2004 fazendo escolhas que, para mim, foram erradas. Bem erradas...pois geraram expectativas (no outro) que em nada correspondem a realidade. A realidade que eu vi fez com que eu sentisse que havia algo de podre no reino da Dinamarca e que a amostra de multidões bdsm que tive não são minha praia (não busco desesperadamente por sexo ou qql um que queira ter alguém para transar - podendo ser eu ou a mariazinha devido a solidão e tb não considero essa a única alternativa para a felicidade).
Salvo raríssimas exceções deparei-me com pessoas que precisam de tudo... menos bdsm. Foi o maldito 'olho clínico' funcionando sem que eu quisesse, minha desgraça e salvação ao mesmo tempo.
PORTANTO, na minha vida não cabe mistura de corpo público e privado, bandeira e estandartes, amor a 'causas' (sexuais, ecológicas ou políticas), relações públicas com a comunidade ou qql coisa que obrigue eu expor essa carinha fófix que Deus meu deu a qql pessoa. Simples assim.

By Perséfone mars 04, 2004

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Receita para manter longe aqueles temíveis quilos extras



Pode o ato de engolir esperma mantê-la magra ?
Boston, Massachussetts (Associated Press International) - Acredite ou não, o segredo para manter longe aqueles quilinhos extras pode estar na misteriosa mistura química do sêmen. Um estudo europeu recente mostrou que mulheres que fizeram sexo oral com seus parceiros, até o final e engoliram, ganharam uma média de 48% menos de peso, num período de um ano, do que as que não o fizeram. As 200 pessoas-objetivo do estudo comeram as mesmas comidas e fizeram rotinas de exercícios idênticos, durante um período de 12 meses, no estudo conduzido por Ingrid Fleischer, Professora de Ciência e Medicina da Universidade de Hamburgo. Porque a diferença ? A Dra Fleischer diz que pode ter correlação com um ingrediente da ejaculação que atinge as calorias no sistema digestivo. "Além do esperma, os principais componentes do sêmen são: água, açúcares simples, substâncias alcalinas, prostaglandina, vitamina C, zinco e algum colesterol. É sobre as substâncias alcalinas encontradas no sêmen que nós estamos focando". "Em outros concentrados químicos, o alcalino não tem ação para queimar calorias no corpo mas, quando misturado com os elementos encontrados no sêmen humano, os efeitos são surpreendentes." disse a Dra Fleischer. Com relação às demais mulheres que não engoliram, algumas ficaram plenamente convencidas de que deveriam tentar. Uma mulher, cuja identidade foi mantida em sigilo, disse que, se ela soubesse que o semen evitaria o peso extra, ela teria "comido o marido tres vezes ao dia" .